sábado, 19 de novembro de 2016
2016-09-04
domingo, 13 de setembro de 2015
terça-feira, 4 de agosto de 2015
Chronique d'un apéro (voire plus) III
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
Chronique d'un apéro (voire plus) II
domingo, 2 de agosto de 2015
Chronique d'un apéro (voire plus) I
segunda-feira, 13 de julho de 2015
A sacola
- O livro dos pensamentos - check
- Um pacote de rebuçados - ok
- Algumas esferográficas - ok
- 50 € em cheques-prenda (nenhuma relação com a nota na fotografia acima, a não ser o valor) - surprise!
- Mais uma esferográfica - fixe
- Os fónes! (elemento que me fez sentir falta da sacola) - check
- Alguns lenços de papel - porque não?
- Uma outra esferográfica - (!!!)
- Dois preservativos - A sério!! Nem sequer imaginava, nenhuma ideia...
- O tal do Cadáver Esquisito - Esquisito, não?
domingo, 12 de julho de 2015
sábado, 6 de junho de 2015
E tu morta, vês? Tu morta e enterrada e eu nisto...
Quando penso no terrível acidente que sofreste quase fico contente por já ter sido depois de tudo. A sério... imagina que ele tinha ocorrido num momento... ou em outro... Jizzzzz... ia ficar uma incógnita, uma puta de uma cicatriz que nunca mais desaparece...
E eu que sou dado a cicatrizes... Meu...!
Depois... é evidente que eu não sou a melhor rês do rebanho, todos o sabem, a grande questão é até se eu pertenço ao rebanho ou não. Más línguas dizem que sim, que pertenço ao rebanho, que até sou elemento chave desse rebanho. A verdade é que a engrenagem há anos que se encerra à minha volta. A outra parte da verdade é que eu aproveito o bom desta coisa para um dia que........ E a verdade que sustenta essa parte da verdade é que no fundo no fundo, eu AINDA sou livre.
Livre mesmo de dar pérolas a porcos e, meu fucking deus!, tu sabes que eu dou pérolas a porcos, não sabes? Também sabes que peco que nem um cabrão e que por isso vais ajustar contas mas, olha!, estamos nisso, páh: prepara as orelhas de burro, liberta o canto para eu me sentar de cara para a parede e afina o óleo do chicote! TZL
quarta-feira, 22 de abril de 2015
sábado, 11 de abril de 2015
Uma rosa...
A notícia tinha-me apanhado completamente desprevenido, distante, quase esquecido. As circunstâncias, sempre dramáticas nestas idades, eram dignas de noticiário e de movimentos nas embaixadas: raptada junto com uma amiga, durante uma viagem à América do Sul, tinha sido assassinada a sangue frio num momento nervoso de um dos três criminosos que, aliás, ainda eram procurados.
A minha dor era intensa. Era mais do que uma dor. Era como um cruzamento de fogo entre a infelicidade partilhada com o resto daquela multidão e outro sentimento mais antigo, que julgava desaparecido. As lágrimas rolavam-me silenciosas pelas faces, chorava como há anos não me sucedia. Mas sem nenhum som, sem aquele movimento incontrolável entre o peito e a garganta. Consegui aproximar-me do caixão aberto, para onde atirei uma rosa vermelha, a rosa do nosso amor nunca concretizado e agora irremediavelmente perdido...
sábado, 28 de março de 2015
Há um ano atrás estava bloqueado logo depois do túnel da Mancha. Festejava o teu aniversário de copo de cerveja na carruagem-bar. Apresentava o ar ao mesmo tempo atrevido e culpado de quem tinha acabado de fumar o segundo cigarro proibido no toilette do eurostar. Por duas vezes ameaçado de regressar a Paris nessa mesma noite. Sim, recordo-me, era um problema relacionado com a diferença da norma eléctrica entre França e Inglaterra. Pensei que não iria poder brindar ao teu aniversário. Duas horas e algumas cervejas depois, o monstro pôs-se em marcha de novo.
Lembro, à chegada, aquele pianista esquizofrénico, sem-abrigo, John? mas cultivado na execução de peças de música medieval. E do teu abraço, de mo apresentares, do teu brilho que ainda hoje me assombra... Agora que atravesso trezentos e sessenta e cinco dias sem poder brindar contigo
sexta-feira, 20 de março de 2015
Pense que je suis passé sous un bus, ça peut être le 58 ou le 86, qui sait le N12 que je voulais prendre au Chatelêt, paresseux de pédaler sur un vélo déséquilibré...
Tu peux donc pleurer toi aussi une larme de tendresse pour quelqu'un que tu ne verras plus, mais c'est mieux ainsi. Tu auras une dernière image, c'était dans ce bar hispanique où on a bu des cocktails, on a rigolé, on a parlé, te souviens-toi?... quoi de mieux pour une dernière rencontre?
Mais lâche-moi, c'est tout ce que je veux, laisse moi aller, monté sur une nuage blanche dans un ciel bleu d'où je peux dire au revoir à tout ce que j'ai vécu, mais - tu sais? - je vais juste regarder ce que j'ai passé de beau. Même tout le beau que j'ai déchiré et jeté par terre comme on laisse tomber une pointe d'une cigarette fumé au delà de la fin.
Oui, tout part en fumée, ce n'a pas été beau à voir ni a vivre, mais ce fût un choix réfléchi, un choix que je ne pourrai pas éviter de regretter toujours, mais un choix que j'ai assumé et que je prends pour personne à part moi. Comme le choix d'avaler tout ce flacon que me fait planer en horizontal sur les rues de mon quartier, surpasser la seine en entendant un sifflet aigu à mesure de mon corps qui rase l'eau sans la toucher pour arriver aux rues que j'ai parcourue pendant un petit morceau de vie. Des rues qui me chuchotent des dates, des prénoms, des jours de fête.
La beauté d'un haïku, cette légèreté de dire en quelques syllabes équilibrés toute une complexe histoire, j'én fût toujours jealoux, mais la sagesse me visite et aprés des mois (années) de mésaventures je n'ai sans doute besoin que d'un mot:
Adieu
sábado, 14 de fevereiro de 2015
Verme
Porquê um tal drama? Tanta razão para preocupação, tanta coisa dura que fazem todos no vosso dia-a-dia de merda baseados em ambições ou ideais que não trazem nada de concreto a ninguém e escolhem criticarem-me por estar sujo, a cheirar a lixo, a apodrecer do lado esquerdo da cara e do lado direito do peito, por estar a ser comido por vermes esfaimados da cabeça aos pés? Mas não, é um tal problema para vocês, para quem a vida é tão boa, que o meu hálito de podridão cheire a vomitado, que a minha expiração me traga o sabor de um refogado de couves cozidas há três dias? Que as meias rotas que trago exalem um camembert fora do frigorífico há três semanas?
Que tens tu contra contra a minha forma de cambalear batendo contra o muro à minha direita pondo depois o pé esquerdo na estrada à minha esquerda?
Não gostas da forma como levanto o braço mostrando o buraco no sovaco da camisola? Mas tu vives essa vida tão bonita, tão cheia e tão cheia de falsas preocupações com a humanidade que não te podes preocupar com um homem, não é? Tu vais passar uns cinco ou sete anos mais e ver que aquilo que existe na tua cabeça faz pouco sentido. Ainda por cima, isso coincidirá com a fase em que: 1) o teu relógio biológico; 2) os olhares dos homens do outro lado do passeio ou à tua frente no metro te dirão que não há mais, que está tudo acabado. Nesse ponto, o cheiro será menos fétido, o buraco na camisola um detalhe. Mas nesse momento eu estarei a ser comido por vermes que me saem das órbitas vazias dos olhos. Os meus cabelos estarão intactos, parece que as minhas unhas também, mas a minha carne terá apodrecido e os meus ossos estarão calcificados ou quase desfeitos. Nenhuma - absolutamente nenhuma! - das minhas palavras será recordada. E nenhuma das minhas acções terá marcado quem quer que seja onde quer que seja. Nenhuma decisão terá alguma vez sido tomada que tenha mudado sequer um sonho ou um pesadelo de quem quer que seja que se tenha deitado ao meu lado. Nenhum dEUS me terá recebido, é certo. Mas nenhum dEMÓNIO me terá metido num espeto para me fazer rodar num fogo de enxofre. Resta esse consolo, o de no nada me sentir tão em paz como qualquer outro, fazer enfim parte de um todo. De um nada...
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
É difícil de entender. Mesmo para nós é quase impossível saber. Sequer se foi uma decisão "acertada" ou "errada" (fossem as questões e as suas respostas assim tão definidas); às vezes pergunto-me se quereria voltar atrás (sim!) e se teria feito tudo igual (não!). Gostaria de ter feito um bom monte de coisas de maneira diferente. Gostaria de pura e simplesmente não ter feito uma boa centena de cenas. Oportunidades para aprender? Tive (eu que achava que gostava de aprender). Mas só me posso lamentar, o que nem sequer é forma de pedir desculpas (nunca soube pedir desculpas; afinal acho que apesar de tudo se deve pedir desculpas). Apesar da quase hipocrisia que isso representa, sobretudo quando se pede desculpa uma segunda vez por um erro repetido; apesar de elas se deverem evitar e não exprimir; apesar de um pedido de desculpas não ter que ser formulado. Et caetera, et caetera...
E até foi duro o parto daquele que faria hoje (ou ontem? nunca se soube muito bem) catorze anos. E ele foi menos bom para mim às vezes mas, eu sei, eu fui muito pior, deveria ter deixado que me arrancassem uma costela logo nas primeiras vezes que o maltratei, isso obrigar-me-ia a ter sido mais adulto e menos egoísta (curioso, não estou a fazer nada para ser mais uma coisa nem menos a outra nestes meses).
..........................
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
domingo, 4 de janeiro de 2015
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
A mais de nove polegadas de distância
A verdade é que a coisa começou com o Mr. Self Destruct e no fim dessa música, pulmões ofegantes e confusão total, perdi K e vi-me sózinho. Passei a maior parte do concerto sem o ver. Procurávamo-nos um ao outro ao fim de cada canção mas no way e ele tinha ficado com aquela erva já enrolada num qualquer bolso.
Há momentos que fazem de um concerto algo especial. Aquele concerto foi o primeiro de uma série de datas europeias em que Trent Reznor iria dar início a um pré-aquecimento para introduzir o Year Zero. Nenhuma música desse álbum foi tocada nesse concerto (creio que em nenhum da tournée) mas uma pen foi encontrada numa casa de banho. Continha uma faixa desse disco. A manobra foi continuando, com aquele condimento de suspense ingteligente que um génio consegue tirar da sua cabeça sem precisar de uma equipa de marketing a dar sugestões deslocadas.
Há momentos que fazem de um concerto algo mágico. Aquele concerto foi o primeiro da tour Europeia e de três datas em Lisboa. A dado momento falha a luz. Tinham acabado de tocar a Terrible Lie. Aquilo durou, o palco às escuras. Trent Reznor deu algum tempo mas a coisa não arrancava. Até que chegou ao micro e disse algo tipo "ok, ok, a história do costume, o alarme de incêncendio deitou a luz abaixo. Mas não nos apetece "fucking around"; liguem a merda das luzes do público!. Ouviram? LIGUEM A MERDA DAS LUZES DO PÚBLICO E VAMOS TOCAR".
A seguir o "March of the Pigs" e aí vamos nós, a noite está ganha.
Hoje encontro um link para um arquivo áudio ao vivo dos Nine Inch Nails, esse momento está aqui:
http://ninlive.com/shows/2007/20070210.html
Não, não é mentira, foi mesmo assim...
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
sábado, 15 de novembro de 2014
Palavras lidas em algum lado
Ver o seu olho fechado
Fazer o café para aquela princesa
Obrigá-la a acordar e levá-la p'rá mesa
Olhar aquele olhar e ficar embeiçado
Sair de casa com ela de braço dado
Percorrer a cidade de um passado comum
A fazer aquelas contas de quanto dá um mais um
Quero dar-te o melhor que tenho dentro de mim
Deixar-te continuar a ser sempre assim
Ver o teu sorriso, ouvir a tua voz
Saber que há tanto dentro de nós
Juntar-me a ti, ouvir-te a gemer
Palavras do amor que quase consigo ver
Deixar-te de novo de olhos fechados
Os dois juntos num abraço a sonhar acordados
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
cometa...
Podemos montar nele, de mãos dadas, e percorrer um pouco do caminho, sair numa estação, voltar a entrar em outra. Podemos abrir-nos à confusão, comprar uma camisola a um italiano curioso ou comer uma pizza que se chama Stairway to Heaven. Podemos beber pints ou vinho tinto, margaritas ou um jet perrier.
Como podemos ficar na calma da nossa casa, passear por sítios que já foram a nossa casa, sair e regressar... a casa.
Podemos confundir todos à nossa volta, ter vontade de abraçar e beijar e só o fazer em sonho.
Podemos sentir a energia que corre de um para outro, dos dois para algo maior, a energia que faz girar um cometa à volta de não sei que centro de que galáxia. E podemos ver uma luz a riscar o céu, a sobrevoar todo um mar.
Podemos ser marinheiros de um cometa?
domingo, 5 de outubro de 2014
Magia
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Leaving Paris
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Arrenúncias
domingo, 30 de setembro de 2012
Rodolphe Burger, Bartleby e o Alien
Pois então, como te contava, por volta de 95, 96, apanhei na então estreante tv cabo um video clip de um tipo francês que se tornou logo numa das minhas canções favoritas de sempre e que marcou também o início do meu namoro com a Sarinha.
No início deste ano lá me lembrei outra vez da canção e voltei a tentar. Ocorreu-me pela primeira vez tirar o "r" final a catonomar e a coisa funcionou. Reencontrei a canção passados uns 16 anos desde a primeira vez que a ouvi. Coloquei no face e aparece-me a Diana e depois o Pedro todos contentes porque pelos vistos, por essa altura, a música fechava algumas noites no Mercedes e nunca mais a tinham ouvido também desde então. (Ao Mercedes só comecei a ir regularmente uns 6 ou 7 anos depois).
Vou então ouvir umas coisas de Kat Onoma e apanho logo esta versão potentíssima do Radioactvity dos Kraftwerk (repara como as guitarras estão sempre a crescer):
Por fim, encontro um amigo que me diz que entrou numa sala de concertos em França e que ficou colado a ver um tipo que não conhecia. No fim do concerto, quando perguntou de quem se tratava... Rodolphe Burger aka Kat Onoma.
Terá terminado aqui a minha inusitada ligação a este tipo que mal conheço?
Il faut attendre!
Abraço
sábado, 15 de setembro de 2012
Manifesto 15 Setembro em português de alien
Queremos tudo (é pouco!) e já.
Não queremos pagar aventuras especulativas.
Recusamos alimentar famílias que alimentamos há muitas décadas.
Renegamos companhias que mudam a sede social para não pagarem a crise com os seus impostos.
Queremos uma mulher-a-dias Francesa para cada família Portuguesa.
Queremos ganhar o campeonato do mundo de futebol.
Hóquei em Patins a modalidade olímpica já!
Um festival da canção só de Rock Alternativo e Punk-Thrash-Metal-Hardcore.
Queremos Sol na eira e Chuva no nabal.
Só queremos o que nos podem dar.
Façam um esforço como nós estamos a fazer!
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Desta vez toca-me
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
End up your holidays: Cut your hair
sábado, 21 de julho de 2012
Made in Pakistan
domingo, 15 de julho de 2012
Frogs e Rock'n'Roll
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
RESISTAMOS
sábado, 21 de janeiro de 2012
Génios

sábado, 10 de dezembro de 2011
Riding forward with my eyes closed
Mine was red
I remember the day i've first seen it
like it was yesterday
I remember daddy holding the seat
For I was afraid to fall
I am still afraid to fall
I remember so well my first bike
She was red
And had curly hair and brown eyes
And we held each other for such a long time
So hard
And I was so afraid to fall
You would never forget your first bike
Mine was so far away
Until I first saw it
And then I was so far away
And I had to climb all those stairs
Just to be so high
So high
But I was still so afraid to fall
How can I forget?
I can still see you there alone
Like it was yesterday
And I'm still so afraid to fall
terça-feira, 22 de novembro de 2011
sábado, 19 de novembro de 2011
Salsada
- Fumar ganza (depois de uns anos - 4 a 5 - sem lhe tocar): Check
- Comer bolos de ganza (e pensar que não está a bater e de repente bater mesmo mas de uma forma fixe que só dá para rir e estar mesmo cool): Check
- Andar de bicicleta (e fugir de bicicletas): Check
- Ver as putas atràs das montras (mas não entrar nem ter grande opinião sobre): Check
- Ver o museu Van Gogh: Check
- Descobrir quadros no museu Van Gogh de que não se estava à espera e que podem dar que falar e que podem nem ser do Van Gogh mas isso fica para outro pouste (ou não): Check
- Comer cogumelos mágicos antes de ir ao Van Gogh: Check
- Comer cogumelos mágicos depois de ir ao Van Gogh: Check
-Poder fumar ganza, mas não tabaco, beber cerveja, mas não fumar ganza, fumar ganze mas não foder, foder mas não fumar tabaco, em suma, poder fazer TUDO mas nem pensar em fazer duas coisas ao mesmo tempo: Check
Pronto. Amerterdão está arrumado! Uma bela cidade.
Agora estou em casa no fim de uma sexta à noite. E deu-me para ouvir o Ride the Lightning. Há várias razões para isso (há pouco, enquanto todos gritavam sobre um assunto qualquer totalmente diferente eu perguntava-me porque seria o Ride the Lightining melhor que o Master of Puppets). Às vezes acho que olham para mim como um atrasado mental (eu próprio olho para mim como um atr...) Ou como um super-interessante que está entregue a pensamentos elevados dos quais os demais mortais não são dignos.
Well, nope, os dois estão errados. Quando estou calado com olhar ausente mas compenetrado - talvez inteligente - estou só a pensar em cenas do género: "É o Ride the Lightning Melhor que o Master of Puppets?"; "Quais os albuns de Megadeth que são melhores que os de Metallica?"; "Qual será a cunha da Tânia Ribas de Oliveira na rtp 1?"; " Fará a Maria Cavaco Silva broche? E o gajo até gosta?"; " Foi o melhor concerto da minha vida o dos Metallica em 94, em Alvaldae, o dos Smashing Pumpkins em 96 em Cascais, o dos dEUS em Paredes de Coura em 99. o dos Young Gods no Porto em 2000 ou o dos Nine Inch Nails em Lisboa em 2007?"
... e coisas do género...
Note-se: não estou a desprezar-em nem a armar-me em bom. Não quero dizer que seja tão estúpido que mereça que me ignorem nem tão esperto que mereça reverência. São só estupidezes que me passam pela cabeça, mas foda-se, estão agora numas de me julgar?
Resumindo e concluindo - e porque o espaço é muito mas o tempo é limitado - tenho na minha conta que os Metallica acabaram por volta de 1992, tal como os Megadeth, mas leiam isto, é instrutivo:
http://www.heavymetalcenter.net/2011/01/megadeth-e-melhor-do-que-metallica.html
E no outro dia vi isto sem quere (vale a pena para não dizerem que sou exagerado)...
http://www.youtube.com/watch?v=DjN_3rtVHgk
E continuo sem saber qual a cunha da Tânia Ribas de Oliveira (ou da Rosa Veloso) e juro que não sei nada sobre a vida sexual do Cavaco (tirando o facto de ele me foder a cabeça).
Mas o Ride The Lightning não é melhor que o Master of Puppets. O Master tem hinos, está bem produzido, é um marco no Heavy Metal. Mas o Ride The Lightning faz-me lembrar bons tempos, começa com um exemplo de METAL, segue para GRANDE música (com sirene, ainda por cima(, encaixa com o MAIOR hino do Metal e mete uma balada perfeita. Ainda tem a melhor instrumental de sempre (sem contar com Mozarts e outros Beethovens... ou mesmo contando).
Por isso, acho que estamos falados. Ou não, que quem disser o mesmo do Master é bem-vindoe vamos beber esse copo e abanar o capacete.
Também quero deixar aqui claro que nos cinco álbuns de Metallica / Megadeth se encontra do bom e do melhor mas se tivesse que levar 3 dos 10 para uma ilha deserta um deles seria dos Megadeth (o Rust In Peace).
Pelo que tenho dito não posso deixar de dizer que ainda hoje me lembro de um concerto que vi há mais de 18 anos (isto é já passei mais tempo de vida depois de o ver que antes) e isto é triste e mostra que poderia morrer descansado (até porque entretanto tive SEXO) mas não sei se quero. Para dizer a verdade, não quero....
Mas também (e veja-se a entrevista do Billy Corgan colada acima) acho que Smashing em Cascais foi irrepetível (mesmo que nessa altura já tivesse tido SEXO e por isso o impacto fosse sempre menor. Metallica: banda de adolescentes?).
Ora, com o meu poder de antecipação e a minha maturidade natural, já em 93 eu sentia que a audiência de Cult fodia mais que a de Metallica. Mas hoje eles são impotentes, se aquilo que dizem da heroína for verdade. Ou estão mortos, se aquilo que diziam... Ou são traders / empresários / líderes parlamentares se aquilo que diziam... é muito complicado, aliás eu nunca disse que era fácil e se isto fosse fácil tinha menos piada.
Voltando ao que vos interessa (SEUS TARADOS!!!), claro que a Maria faz broche (mas não engole!) e claro que o Cavaco fode (ao menos fê-lo duas vezes mais as que nos fodeu a nós) mas que interessa isso quando a Tânia tem emprego e nós andamos a perder subsídios? Nada, claro! o que interessa são os concertos que vimos ou - como dizia o Manuel João - "o que se leva desta vida são os cigarros que um gajo fuma, os copos e as mulheres que vamos tendo"*
*NOTA: se fores gaja substituir "mulheres" na frase acima por "máquinas de costura"
E vejam como se consegue com um post, num só titulo abordar tudo o que interessa!! Depois digam o que quiserem, não tenho qualquer tipo de pretensões, mas que sou bom, lá isso sou bom, foda-se.
Nota: se forem a Amesterdão, ouçam a dita cuja dos Mão Morta. E aproveitem o embalo e ouçam o Primeiro de Novembro enquanto estamos em Novembro. E depois - façam-me esse favor - ouçam o "Head Down" dos Nine Inch Nails 3 vezes seguidas. À primeira vez é engraçado, à segunda é abismal, à terceira parece que aquele refrão existiu sempre e estavam à espera que o descobrissem.
Vá, vão lá ao You Tube ver as merdas de que falei e que linkei por aí acima. E caso não leiam isto porque acham que a Internet só tem Gmail, Facebook e Wikipedia, fodam-se, ou como diriam os outros, In The Real Fourth Reich You'll Be The First to Go.
Pronto, carreguem lá no X que isto já acabou, façam feed-back vocês os dois (já nem os mais chegados lêem este blogue, pensando que se não estou no Facebook é porque já morri). Seja: Já morri
domingo, 30 de outubro de 2011
Coincidences come in packs of three
Entro então às duas menos quê numa carruagem atolada. Um parêntesis (e já agora dois pontos, parágrafo, travessão:
- Paris é uma cidade com muita gente, e com muita gente que vem e vai. Não há cromos repetidos. A não ser os malucos do meu quarteirão e uma ou outra cara que se apanha na estação do trabalho às horas de entrada do trabalho, mais as pessoas das lojas, é impossível ver uma cara no metro e ter a certeza que se há-de cruzá-la uma outra vez. E mesmo que se queira apanhar a mesma linha de metro à mesma hora, no minuto preciso ainda teria que acertar na carruagem. E fecho aqui este).
Ando zonzo a escolher um banco para sentar, puxo de uma revista (tinham-me trazido uma Pública) e afundo-lhe os olhos enquanto me passa um bocado a tontura. À minha frente ouço um casal a conversar, a língua parece estranha, mas muito familiar ao mesmo tempo. Vejo que é português, pergunto-me de onde será este sotaque, aposto quase que é de São Tomé ou Cabo Verde, mas com anos já de Portugal. Ela criticava-o por ele ter bebido demasiado, ele brincava, ela amansava, andavam pela cinquentena... O gajo às tantas liga para alguém e faz a velha palhaçada do "Ça va? Nous sommes à Paris: Estation Concorde... Estivemos a beber champagne" etc etc (um francês nunca diria isto assim, digo mentalmente a mim mesmo enquanto olho verdadeiramente para a cara do gajo). Olho sempre para as pessoas, gosto de ver gente. Mas não estava com disposição para falar com ninguém, tento baixar a revista portuguesa que está no meu colo quando vejo que é o senhor Joaquim, antigo dono do bar da Estação Litoral da Aguda onde tantas vezes ia tomar café. Creio que saíram numa estação antes de mim sem lhe ter falado...
Quando troco de metro há umas dezenas de pessoas a entrar a correr (a tal ginástica dos últimos metros), sento-me com a mesma revista num banco e os outros três dão ocupados por um grupo. Desta vez não há que enganar. Falam com sotaque lisboeta. Consigo perceber que um deles está cá há uns meses e os outros estão de visita. A conversa está pejada de lugares-comuns (daqueles lugares-comuns em que todos nós incorremos quando estamos cá por fora). Às tantas falam das catacumbas. "Sabias que há uns túneis por baixo da terra onde os gajos se escondiam durante uma guerra qualquer?"; "Na revolução francesa?"; "Sim, acho que é essa merda". E por aí fora... O enjôo ainda não me tinha passado quando desço em Montparnasse, tão perdido quanto eu vejo o Matteo que corre para o sentido inverso do cais do metro, cara afogueada, speed. Vi a cara dele aparecer no meu cérebro já depois de ter passado. Finjo que não o vejo. Creio que ele fez o mesmo...
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Terça à noite...
eu: Tasss
Vou dormir
Luis: vai-te
eu também vou
beijiiiiiiiiiiinhos
eu: Hasta
Fogo há aqui porrada
na rua ao lado
e está um camião de bombeiros ao lado
Luis: a sério?
filma!!!
eu: Yah
uns bléques
mas acho q j´+a tá a acalmar
Luis: vai aferroar os gajos
eu: Fodassss
Tão lá os bombeiros a acalmar
com grande carro de incêndio
os bombas tão a chamar a bófia
Fodaasssssssssss
Luis: que lhes dê uma mangueirada
eu: piorou
MUuuuuuuuito
Luis: a ver se não acvalmam!!!
filma!!
eu: Hey com caralho
Não
Um dos gajops bateu num bombeioro
e foi uma puta de confusão
Tão aqui n bófias agora
e chegou yum caroro da bófia na contra-mão
FUDEU
E eu aqui de cuecas
LOL
Luis: LOOOOOOOOOOOL
eu: AºO DEZENAS DE PESSOAS AQUI BNA RUA
mesmo em baixo
um bófia acabou de foder a boca a uma preta
ou quase
para piorar
tudo
chegou aqui o gajop das descargas do hotel
LOL
Dasss
O bófia tá a ameaçar um bombeiro de que o leva dentro
pq o gajo tava meio cego a querer foder um black
m dos gajpos foi dentro
Luis: é soldado da paz mas não aguenta tudo
eu: Afinal foi o marido da preta que lhe deu
pq ela ficou histérica
bem bref, uma terça à noite em Montparnasse
Luis: ah, esse pode dar-lhe!
eu: Duas gajas bófias
Luis: FDX
eu: Bem, vou até à outra janela
Luis: parece um enredo de um filme porno!!!
eu: Fica em antena para mais informações noticiosas
Luis: a Salõ até se deve estar a passar contigo a ver a porrada à fenetre!
![]()
eu: Ela tb está a ver
Bem, acho que vou fazer como o outro e meter isto num post
Luis: eheheheh
Enviado às 23:25 de terça-feira


